
Comentador fica indignado com a decisão da arbitragem em jogada entre Godoy Cruz e Grêmio.
Diori Vasconcelos comenta sobre polêmica no confronto do Grêmio
Em seu artigo no portal GZH, o comentarista Diori Vasconcelos expressou sua grande insatisfação com a arbitragem do jogo entre Godoy Cruz e Grêmio. Ele afirmou que o momento em que Barrea atingiu Kannemann com o cotovelo, fora da disputa pela bola, merecia cartão vermelho imediato.
“Barrea desferiu uma cotovelada em Kannemann, fora da disputa pela bola. Um gesto claro e intencional, visando apenas atingir o oponente. O árbitro chileno Francisco Gilabert deixou o jogo continuar e só interrompeu quando o defensor caiu”, detalhou o comentarista.
Diori ponderou que o gesto foi evidente e intencional, sem espaço para dúvidas ou discussões sobre sua gravidade. Ele mencionou que o árbitro em campo pode não ter percebido devido à falta de atenção na jogada, mas ressaltou que a falta de ação do VAR foi o erro mais significativo.
“A falha mais marcante foi do árbitro de vídeo, o equatoriano Franklin Congo, que deveria ter recomendado a revisão do lance. A agressão é inquestionável. Não é uma situação ambígua ou de intensidade questionável: é uma ação clara para cartão vermelho direto”, continuou.
Leia mais
Felipão pode retornar para sua 5ª passagem no Tricolor; relembre todas
O dia em que o Imortal liberou um atacante e ele virou o ‘Messi Paraguaio’
De acordo com o comentarista, a responsabilidade do árbitro de vídeo era clara, e a inação expõe um padrão preocupante no uso do VAR em competições da Conmebol. Ele acredita que o recurso tecnológico foi ignorado em uma jogada que demandava revisão imediata, prejudicando o Tricolor.
“Este é o tipo de lance que exige intervenção do VAR. É compreensível que o árbitro em campo não tenha visto, por ser fora da disputa de bola. O que não se justifica é a total ausência de intervenção do VAR. Há muitas críticas ao recurso no Brasileirão, mas o padrão da Conmebol está abaixo do aceitável”, concluiu.



