
“Duplamente visível”
Um dos principais jogadores do Internacional nesta temporada, o zagueiro Vitão se consolidou como um elemento crucial na estratégia do técnico Roger.
Com performances consistentes e uma presença marcante na defesa, ele não só se tornou um pilar da equipe, mas também assumiu um papel de liderança dentro do grupo.
Seu desempenho em campo tem atraído atenção — especialmente dos torcedores colorados, que expressam sua insatisfação pelo fato de ele ainda não ter sido convocado para a Seleção Brasileira.
Para os fãs do Inter, a exclusão de Vitão da lista da Seleção é uma clara injustiça. O zagueiro, que se destaca por sua consistência e segurança defensiva, parece estar pagando o preço por atuar fora dos holofotes do eixo Rio-São Paulo. Ele mesmo reconhece essa situação. Em uma entrevista ao GE, Vitão falou abertamente sobre o tema:
“Quem joga no Sul precisa se destacar em dobro para ser notado (na Seleção Brasileira). Alan Patrick é um exemplo. Você observa suas atuações, sempre consistentes, mas ele não recebe uma oportunidade. Há tempos, Alan Patrick é o melhor camisa 10 em atividade no Brasil.”
Um apelo por reconhecimento
A declaração de Vitão reflete um sentimento comum entre jogadores que se destacam fora dos grandes centros do futebol brasileiro.
Ele aproveitou para elogiar o companheiro Alan Patrick, um meia que tem encantado os torcedores com sua visão de jogo e regularidade, mas que também não foi lembrado pelo técnico da Seleção.
Para Vitão, o esforço necessário para quem joga no Sul é maior — e os números em campo deveriam ter mais peso.
Com o início do Brasileirão 2025, Vitão continua focado em manter seu alto desempenho no Inter, enquanto os torcedores sonham com o dia em que ele vestirá a camisa da Seleção.
Será que o zagueiro finalmente terá sua oportunidade? A resposta está nas mãos da CBF, mas, por enquanto, ele já é uma unanimidade no Beira-Rio.



